segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

NÃO DIGAS ADEUS


Adeus, palavra triste
não a digas, por Deus.
É triste a partida, sentida,
cheia de um imenso nada,
olhos rasos de água.
Dói a despedida,
o vazio mata
a esperança parte...
Quem sabe um dia?
Quem sabe?...
do imenso nada
um denso tudo,
doce reencontro.
Não digas: demagogia,
quem sabe um dia
até breve, um amanhã
depois... um dia...
é triste a despedida
mas não digas adeus.

2 comentários:

  1. quando as palavras são despedidas que escrevemos numa folha suja de saudade!


    todos os poemas deviam ser assim!


    forte abraço amigo

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  2. A despedida é algo que não está muito bem desenvolvido em mim, mais creio que em muitas pessoas a dor da separação naõ seja muito tolerante!

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